<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-35139751</id><updated>2011-04-21T14:35:25.636-07:00</updated><category term='Leopold Bloom sem Guiness'/><title type='text'>Crônicas em Joaquim Egidio</title><subtitle type='html'>Distrito de Joaquim Egidio. Campinas. Estado de São Paulo.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://joaquim-egidio.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35139751/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaquim-egidio.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>joaquim egidio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04281251592571683318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35139751.post-2051007379376587125</id><published>2006-11-09T07:38:00.000-08:00</published><updated>2006-11-09T07:39:49.785-08:00</updated><title type='text'>uma segunda-feira qualquer.</title><content type='html'>Toda segunda-feira começa muito dificil. Esta exagerou. Coloquei água a cozinhar para  passar o café. Automaticamente posicionei o porta filtro sobre o bule. Procurei no local de sempre o filtro de papel. Não havia. Aproveitei para verificar o pó de café. Não havia. O companheiro que não dá a mínima para café, deu cabo de tudo. Resultado? Dei uma banana para o cotidiano e minhas mesmices prazerosas e fui tomar café no bar Central, numa hora em que os comensais já comem torresmos e tomam cachaça. – Jão me veja um café. Disse eu. Da mesma chapa que frita mortadela com queijo e tomate, misto quente, carne queijo acebolado, sairá meu café rerequentado. Feliz? Sim. O mundo afinal é dos resignados. Que não seja. Também o é. Tomei daquilo que em nada se parece com o pior café que tenha feito em toda a minha vida. Preto? Sim. Quente? Sim. Café? Não. Importância? Nenhuma. Antes de mais nada corri para Joaquim Egidio para tirar o lixo que basicamente é de cabeças de camarões e carcaças de peixe, com os quais faço o meu caldo de peixe. Tudo  aliás que as moscas adoram. Tirei o lixo da casa e levei à calçada e tomei a condução para Campinas para fazer valer o que havia escrito na lousa da Taberna: Javali à moda do Obelix. Pensava num belo pernil. Sabia onde encontrar. Cheguei. Perguntei. Pernil de Javali? O semblante do Hamilton me disse: hum. Não. Mas tem espinhaço. Hum. Sim disse-lhe. Dei-lhe o cheque. Vou relaxar pensei. Sai pelo mercado. Olhava as frutas invariáveis de estação em estação. Sempre tem tudo do mesmo, ou seja nada. Nossos produtores não arriscam nada. E daí? E você com isso? Sim tem, pensei quando achei que fosse uma pitanga. Nada. Nada mais que a indefectível acerola, que nos cansa com sua presença. Sua acidez, sua concentração de vitamina C, e eu com isso. Para que tanta vitamina? Sabor? Nenhum. Vitamina. Vitamina. Fui tomar um café no Nosso Bar. O Mauricio estava lá. A Rita estava lá. Pedi um café curto. Por vício, nostalgia e por gosto. Um café e um cigarro. O bar é um festival de merchandising, Guinness, ashib, stout, mortadela de avestruz!!!! Perguntei dada a proximidade com o Mauricio. Ele todo solicito trouxe umas três fatias, meio grossas, por culpa de ser início da peça. Eu queria só falar a respeito. Mas também sou dono de bar e sei que sempre busco saciar a curiosidade infinita. E lá vou eu. Meio gole de café tomado. Cigarro aceso. E as três fatias de mortadela de avestruz. Avestruz!! Foi para mim por muito tempo um expressão de espanto. Avestruz!! O Mauricio me olhava com seus pequenos olhos negros. E ai? Traga-me uma água com gás. Disse-lhe. Lavei o sabor do café. Enchi-me de coragem. Dificilmente como qualquer coisa mais sólida que a fumaça do Kamel antes de estar acordado por quatro horas, 200ml de café e um jornal lido. Tomei com os polegar e indicador, posto que outra alternativa não foi oferecida, a fatia de mortadela de avestruz. Ave! Disse. Ave. Sabe a ave. Cheira a ave. Ave no seu estado plumado. Plumas ao redor da cloaca. Ave. E aquilo caminhava pela minha boca. Não cabia na cárie do molar. Não cabia embaixo da lingua. Olhei para o bolso do cigarro. O cigarro estava aceso no cinzeiro. Ave. Pena. Pena de ave molhada. Galinheiro. Puleiro. O Mauricio olhou para a Rita. Fingi que fumava a moda antiga com o cigarro bem no começo da forquilha do indicador e o pai de todos e colhi a mortadela na palma da mão prendendo-a com mindinho e o seu vizinho. Ave. Mortadela de avestruz. Tomei da água com gás. Pedi outro café. As outras fatias permaneciam ali. Um futuro pousa mosca. Logo Mauricio todo muito educado, sutilmente levou-as. Fumei. Tomei café. Recordei com a Rita nosso passado glorioso, na avenida Saudade. Contou sobre mim uma estória, que bem que poderia ser verdade. Não retruquei. Ando a virar folclore em vida. Pedi a conta. Paguei. E quando virava as costas, Mauricio buscou entre suas reservas, como disse ele, uma Guinness.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O javali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O javali marinava no vinho com temperos desde o meio dia. Sua cor rosada, seu aroma adocicado e sua textura. Tudo isso quando misturado com vinho branco e sálvia me faz recordar da Gália, onde nunca estive, mas isso não é problema, é só desenhar sob os pés a Gália do Obelix e estou na Gália.&lt;br /&gt;Enquanto penso nisso, vou cozendo uns osso do Javali, para um molho. Lembro da Guinness. Desisto dela. Reservo-a para quando o Javali estiver pronto. Douro os pedaços de javali em azeite. Vou adicionando pouco a pouco o caldo da marinada sem os seus legumes, esses adiciono aos ossos em cozimento. As segunda-feiras soe ocorrer coisas inusitadas. Teve uma delas que o Cesinha veio aqui e achou meu fogão tão pobre que me deu 200 pratas para que eu comprasse outro. Resisti e depois aceitei. Não comprei. Às vezes lota de gente. Outras zera. E a tarde vai passando nessa espectativa. O javali vai assando. O caldo engrossando. A casa vai sendo inundada pelo aroma medieval da caça. Cai uma chuva grossa e rápida e do asfalto sob um vapor com cheiro de D.D.T. e terra molhada. O sol esmaece. O pão está assado. A salbitjada pronta para passar no pão, provo, só umas gotinhas a mais de siciliano. As ostras cozidas na sua água para uma sopa à moda do Obelix, com estragão e creme de leite. Escureceu. Preparei um prato para jantar. Abri a Guinness e lembrei do Leopold que gostava de rins de carneiro no café da manhã. Abri-a. Provei um naco tenro de javali. Sorvi um imenso gole Guinnes. Entrou o primeiro comensal. Ele trazia um Trapiche Malbec de 1998. Pediu uma terceira taça e ma ofereceu. Foi chegando gente. Um bico no vinho um gole da Guinnes. Uma manhã. Outra noite. Fechei a porta com saudades.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35139751-2051007379376587125?l=joaquim-egidio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaquim-egidio.blogspot.com/feeds/2051007379376587125/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35139751&amp;postID=2051007379376587125' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35139751/posts/default/2051007379376587125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35139751/posts/default/2051007379376587125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaquim-egidio.blogspot.com/2006/11/uma-segunda-feira-qualquer.html' title='uma segunda-feira qualquer.'/><author><name>joaquim egidio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04281251592571683318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35139751.post-2619973991050424095</id><published>2006-10-24T13:35:00.000-07:00</published><updated>2006-10-24T13:44:37.313-07:00</updated><title type='text'>O Juizo final.</title><content type='html'>Laura estava dentro do cristal em um vidro dum vitral, melhor dito, estava dentro da própria luz que o varava. A luz a forçava abaixar a cabeça à fugir os olhos da luz. Também assim a luz a cegava. Então cerrava os olhos. Ainda assim a luz a cegava. Quis responder a uma pergunta mas esta não foi feita. Tartamudeia e responde: sim sou a quê sou. Agora a luz parece mais leitosa, menos aguda, tépida. Como se estivesse dentro de um copo-de-leite cheio de leite que permitisse a ela levantar a cabeça e abrir os olhos, mas ela nada vê, senão que o leitoso branco dentro dos olhos sendo os próprios olhos lácteos. Não ouve perguntas. Ela não pensa em respostas. Nem mesmo o pensamento parece existir, apenas o leite por toda parte. parece não lembrar de nenhuma pergunta, mas ela responde lentamente: sim, também. Os séculos passam entre uma não-pergunta e outra. A luz se apaga lentamente.  O branco abruma demoradamente. Já não há mais o branco, o gris... Não há. Imêmore. Completamente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35139751-2619973991050424095?l=joaquim-egidio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaquim-egidio.blogspot.com/feeds/2619973991050424095/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35139751&amp;postID=2619973991050424095' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35139751/posts/default/2619973991050424095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35139751/posts/default/2619973991050424095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaquim-egidio.blogspot.com/2006/10/o-juizo-final.html' title='O Juizo final.'/><author><name>joaquim egidio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04281251592571683318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35139751.post-5541763091506499145</id><published>2006-10-24T13:31:00.000-07:00</published><updated>2006-10-24T13:32:32.814-07:00</updated><title type='text'>A Espera.</title><content type='html'>Anda, anda, anda a espera.&lt;br /&gt;       Espera.&lt;br /&gt;       Espera, espera, à espera anda.&lt;br /&gt;       Anda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Anda e espera. Espera a andar.&lt;br /&gt;       A espera desanda.&lt;br /&gt;       O andar desespera. &lt;br /&gt;       Desesperando. Desespirando aindanda.&lt;br /&gt;      Transpiranda transpirando.&lt;br /&gt;       Pira parado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        A quantas andas?&lt;br /&gt;       Andava andrajos.&lt;br /&gt;      Andava trapos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     Trapaças.&lt;br /&gt;     Trespassas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Eu nos trapos sei a sobras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     De sopas? &lt;br /&gt;     De sapos!&lt;br /&gt;     Assim soçobras, misses!&lt;br /&gt;     Sê sim. És Mis.&lt;br /&gt;     Assim na missa.&lt;br /&gt;     Sobras e cobras.&lt;br /&gt;     Miss em ação.&lt;br /&gt;     Andas às cobras.&lt;br /&gt;     Espera as sobras de sobejos beijos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Rastejas a rés dos brejos.&lt;br /&gt;     Sem sombras no chão.&lt;br /&gt;     Salobras sobras às sombras.&lt;br /&gt;     O brejo sabe a uma feijoada de ontem.&lt;br /&gt;     Com sua película branca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Uma aranha que perde o fio.&lt;br /&gt;     Que a prendia a teia.&lt;br /&gt;     Anda sobre um brejo de feijoada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Anda aranha.&lt;br /&gt;    Me espera.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35139751-5541763091506499145?l=joaquim-egidio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaquim-egidio.blogspot.com/feeds/5541763091506499145/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35139751&amp;postID=5541763091506499145' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35139751/posts/default/5541763091506499145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35139751/posts/default/5541763091506499145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaquim-egidio.blogspot.com/2006/10/espera.html' title='A Espera.'/><author><name>joaquim egidio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04281251592571683318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35139751.post-7087169811405579297</id><published>2006-10-24T12:57:00.000-07:00</published><updated>2006-10-24T13:14:35.175-07:00</updated><title type='text'>A estória do trinca-ferro e o Marron.</title><content type='html'>Marrom é um velho passarinheiro de Joaquim Egidio. Diz a lenda que uma certa feita apareceu na pracinha em frente ao bar do Marcelino  Trinca-ferro.  O maior cantador que tenha notícia na região. Todo mundo sabe que basta uma boa chama que o Trinca-ferro desce logo. Marrom que mora bem ao lada da praça, correu a casa peguou a gaiola com o seu Trinca-ferro. Montou o alçapão. Engachou-o a gaiola e levou tudo para a praça. Pendurou num tronco de pinheiro e foi para o outro lada da rua. Esperou. Seu Trinca-ferro cantava, chamava, repicava. O passarinho solto cantava, repicava. Era uma sinfonia. Foi juntando gente. Um verdadeiro espetáculo e nada do Trinca-ferro descer. Marrom se impacientava. Tomava uma cerveja. Os Trinca-ferros duelavam. "qualquer outro já teria descido" dizia Marrom. "Esse é meu ou de ninguém" continuava Marrom. A tarde foi chegando. O sol foi caindo sobre Sousas. As pessoas foram aos seu afazeres. O bar do Marcelino recebia os fregueses do fim de tarde. O lusco-fusco chega. "agora ele não desce" disse Marrom, enquanto o infatigável Trinca-ferro continuava a cantar. Marrom recolheu sua gaiola. Levou à casa. O Trinca-ferro continua a cantar. "Deixe o bicho solto" disse alguém. Marrom voltou à rua com uma cartucheira e fuzilou o Trinca-ferro. Meu ou nada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35139751-7087169811405579297?l=joaquim-egidio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaquim-egidio.blogspot.com/feeds/7087169811405579297/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35139751&amp;postID=7087169811405579297' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35139751/posts/default/7087169811405579297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35139751/posts/default/7087169811405579297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaquim-egidio.blogspot.com/2006/10/estria-do-trinca-ferro-e-o-marron.html' title='A estória do trinca-ferro e o Marron.'/><author><name>joaquim egidio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04281251592571683318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35139751.post-2290725431671496899</id><published>2006-10-04T08:09:00.000-07:00</published><updated>2006-10-04T08:10:16.084-07:00</updated><title type='text'>Zarzuela. Um perfume da Espanha no Don Cidon de Joaquim Egidio</title><content type='html'>&lt;a href="http://sarsuela.blogspot.com//#links"&gt;Taberna-Don-Cidon&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35139751-2290725431671496899?l=joaquim-egidio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaquim-egidio.blogspot.com/feeds/2290725431671496899/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35139751&amp;postID=2290725431671496899' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35139751/posts/default/2290725431671496899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35139751/posts/default/2290725431671496899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaquim-egidio.blogspot.com/2006/10/zarzuela-um-perfume-da-espanha-no-don.html' title='Zarzuela. Um perfume da Espanha no Don Cidon de Joaquim Egidio'/><author><name>joaquim egidio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04281251592571683318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35139751.post-115993526810782132</id><published>2006-10-03T21:13:00.000-07:00</published><updated>2006-10-03T22:19:10.870-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Leopold Bloom sem Guiness'/><title type='text'>Crõnicas de Jaquim Egidio</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/4263/4289/1600/jaquim.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/4263/4289/320/jaquim.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;imagem roubada da revista &lt;a href="http://www.cpopular.com.br/metropole/conteudo/mostra_noticia.asp?noticia=1448034&amp;area=2230&amp;amp;authent=12ACA8CDF40652139EA9FFF5345321//#links"&gt;metropole&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um oco de mundo.&lt;br /&gt;Num mundo pouco.&lt;br /&gt;Um pouco de mundo.&lt;br /&gt;Num oco pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma rua de um bar.&lt;br /&gt;Um bar de uma rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma mão fechada.&lt;br /&gt;Uma única mão.&lt;br /&gt;Um monte de terra.&lt;br /&gt;Um léi de pão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;U´a rua dum bar.&lt;br /&gt;Um bar duma rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui ´ta o Marcelino.   lembaixo tá o &lt;a href="http://sarsuela.blogspot.com/#links"&gt;cidón&lt;/a&gt; com seu &lt;a href="http://antigo.campinas.sp.gov.br/portal_2003_sites/chamadas/2006_especiais/especial_sousas_e_joaquim_egidio//#links"&gt;Festiv&lt;/a&gt;&lt;a href="http://antigo.campinas.sp.gov.br/portal_2003_sites/chamadas/2006_especiais/especial_sousas_e_joaquim_egidio//#links"&gt;al&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;também ´ta o Durval.&lt;br /&gt;amtão. Canta Catarino.&lt;br /&gt;Oscarzão ´tá na calçada. Marron ´tá no Jair. Marquim ´tá no seo Quim. Carlão no véio Valentim.&lt;br /&gt;Na rua do bar de uma rua de um bar.&lt;br /&gt;começaqui.&lt;br /&gt;cabali.&lt;br /&gt;num começa.&lt;br /&gt;nacaba.&lt;br /&gt;O bar de u´a rua, U´a rua. um bar.&lt;br /&gt;O último que fecha. Fecha o último.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3332/3904/1600/joaquim.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 98px; CURSOR: hand; HEIGHT: 76px" height="74" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3332/3904/320/joaquim.jpg" width="522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Jaquim o mateiro.&lt;br /&gt;O mateiro das cabras serpentes.&lt;br /&gt;O rio passa ao lado da rua do bar de uma rua que é um rio de bar.&lt;br /&gt;barbario.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3332/3904/1600/joaquimserras.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="149" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3332/3904/320/joaquimserras.jpg" width="130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;prá lá do rio.&lt;br /&gt;prá lá de prá lá.&lt;br /&gt;quase Morumgaba.&lt;br /&gt;e o mundo não acaba.&lt;br /&gt;tem o observatório.&lt;br /&gt;para ver o &lt;a href="http://solar.reabrasil.astrodatabase.net/#links"&gt;Sol&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;a lua.&lt;br /&gt;observar o observador.&lt;br /&gt;Esse moinho sem asas.&lt;br /&gt;perscutando no céu seu Quijote.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3332/3904/1600/telescopio_600mm_peq_001.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3332/3904/320/telescopio_600mm_peq_001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3332/3904/1600/rolha.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35139751-115993526810782132?l=joaquim-egidio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joaquim-egidio.blogspot.com/feeds/115993526810782132/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35139751&amp;postID=115993526810782132' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35139751/posts/default/115993526810782132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35139751/posts/default/115993526810782132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joaquim-egidio.blogspot.com/2006/10/crnicas-de-jaquim-egidio.html' title='Crõnicas de Jaquim Egidio'/><author><name>joaquim egidio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04281251592571683318</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
